Ser migrante indocumentado  es vivir en un limbo, sin tiempo y sin espacio

Entrevista realizada por Giselle Ribaloff para  el programa  Caminantes, de radio Presente, Argentina.  ¿Cuál es tu país de origen? Nací en Guatemala, exactamente en un pueblo llamado Comapa, municipio de Jutiapa, en el oriente del país. Crecí en un arrabal llamado Ciudad Peronia, que es mi gran amor y  es en donde están gran parte de mis raíces.  ¿Cuánto hace que vivís en EEUU? Voy para 15 años, que los he sentido un mundo, otra vida.  ¿Por qué te fuiste de tu país de origen? Por la herida del sueño de mi vida truncado,  busqué poner tierra de por medio…

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O recurso do terror contra indocumentados nos EUA: dar asas aos racistas

Tradução do Revista Diálogos do Sul  Algo mudou do governo do Obama para o de Trump e foi o recurso do terror contra indocumentados nos EUA; o palavreado fascista e machista de Trump deu asas aos racistas que não são apenas os caucasianos, mas todo aquele que se crê superior: e aí entram asiáticos, negros endinheirados, europeus, latino-americanos direitistas, fascistas em geral. Nos Estados Unidos não é novo o tema do racismo nem o da xenofobia; dizem os Povos Originários do norte do continente americano que os invasores utilizaram esses recursos contra eles, enquanto realizavam o maior genocídio da história e…

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Mariela Castañón: “Sigo acreditando no jornalismo humano”

Mariela recebendo o Prêmio Nacional de Jornalismo 2017 das mãos da jornalista Carolina Vásquez Araya Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade Mariela Castañón é uma jornalista comprometida com a infância e juventude do subúrbio, uma das poucas que na Guatemala sentem e fazem seu o compromisso de denunciar o abuso sistemático que sofrem. Dá voz a essas pessoas invisíveis para os direitos humanos mas perfeitamente visíveis para o abuso. Tive a oportunidade de realizar uma breve entrevista em torno do tema do Hogar Seguro [centro de “acolhimento” para jovens em situação vulnerável, nos arredores da Cidade da Guatemala, onde houve…

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Lenín Moreno e a grande traição a Rafael Correa e à Revolução Cidadã do Equador

Tradução do Revista Diálogos do Sul  A mostra mais recente do que significa a traição a um povo está sendo vivida nestes momentos no Equador, que confiou plenamente em Lenín Moreno (2018-atual) e o escolheu como mandatário graças ao ex-presidente Rafael Correa (2007-2017) que o apoiou e o honrou com o respaldo em um momento crítico para toda América Latina. Mas nem Correa nem os povos latino-americanos nunca podiam imaginar que ele seria o grande traidor dos últimos cem anos no continente e com todo o seu ódio e mesquinhez (porque ele sabe muito bem que jamais chegará a ser nem…

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O recurso do terror: abrir alas aos racistas

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade Nos Estados Unidos, a questão do racismo e da xenofobia não é nova; Dizem os povos indígenas do norte do continente americano, que os invasores usaram contra eles, enquanto realizavam o maior genocídio da história e depois prendê-los em prisões às que deram o nome de reservas. Os milhares de chineses indocumentados que foram usados ​​para construir a ponte de São Francisco poderiam falar sobre a questão do racismo. Os afrodescendentes podiam falar do tempo da escravidão e da invasão do continente africano. Eles podiam falar de prisões, parques, estradas públicas, esportes federados, fábricas…

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Mariela Castañón: “Sigo creyendo en el periodismo humano”

Mariela Castañón es una periodista comprometida con la niñez y juventud de arrabal, de las pocas que en Guatemala sienten y hacen suyo el compromiso de denunciar el abuso sistemático que sufren. Les da voz a esas personas invisibles para los derechos humanos pero perfectamente visibles para el abuso. Tuve la oportunidad de realizarle una breve entrevista en torno al tema del Hogar Seguro y su investigación en las denuncias de tortura y abuso sexual que sufrieron las niñas y adolescentes internadas en ese lugar que estaba a cargo del gobierno. Cabe mencionar que Mariela fue la primera periodista en…

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Encouraging the Racists 

Translated  by Marvin Najarro   In the United States, the issue of racism and xenophobia is not new; the North American Native Peoples say it was used against them by the invaders, while carrying out the biggest genocide in history and later when they were confined in prisons to which they gave the name of reservations.  The thousands undocumented Chinese who were used to build the San Francisco Bridge could talk about the issue of racism. Afro-descendants could speak about the time of slavery, and the invasion of the African continent. They could talk from the prisons, the parks, public spaces,…

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Ricorrere al  terrore: dare le ali ai razzisti

Tradotto da Monica Manicardi Negli Stati Uniti non è nuovo il tema del razzismo nemmeno della xenofobia; i Popoli indigeni del nord del continente americano, dicono che gli invasori lo utilizzarono  contro di loro, mentre eseguivano il genocidio più grande della storia e successivamente li chiusero nelle carceri alle quali gli diedero il nome di riserve. Del tema del razzismo potrebbero parlare le migliaia di cinesi indocumentati che sono stati utilizzati per costruire il Ponte di San Francisco. Potrebbero parlare gli afroamericani discendenti dal tempo della schiavitù e dall’invasione del continente africano. Potrebbero parlare dalle carceri, dai parchi, dalle vie…

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El recurso del terror: darles alas a los racistas

En Estados Unidos no es nuevo el tema del racismo ni el de la xenofobia; dicen los Pueblos Originarios del norte del continente americano, que los invasores lo utilizaron contra ellos, mientras realizaban el genocidio más grande de la historia y posteriormente al encerrarlos en cárceles a las que les dieron el nombre de reservas. Del tema del racismo podrían hablar los miles de chinos indocumentados que fueron utilizados para construir el puente de San Francisco. Podrían hablar los afro descendientes desde el tiempo de la esclavitud y la invasión al continente africano. Podrían hablar desde las cárceles, desde los…

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Correa e la rivoluzione cittadina

Tradotto da Monica Manicardi   La dimostrazione più recente  di ciò che significa tradire un popolo si sta vivendo in questi momenti in Ecuador, che ha confidato pienamente in Lenin Moreno scegliendolo come il proprio presidente grazie a Rafael Correa che lo ha onorato sostenendolo in un momento critico per tutta l’America Latina; ma né Correa né noi popoli latinoamericani ci  saremmo immaginati che sarebbe stato il grande traditore degli ultimi cento anni nel continente e che con tutto il suo odio e la sua meschinità (perché sa benissimo che non riuscirà mai ad essere nemmeno la metà di  Correa) attaccasse…

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