O recurso do terror contra indocumentados nos EUA: dar asas aos racistas

Tradução do Revista Diálogos do Sul  Algo mudou do governo do Obama para o de Trump e foi o recurso do terror contra indocumentados nos EUA; o palavreado fascista e machista de Trump deu asas aos racistas que não são apenas os caucasianos, mas todo aquele que se crê superior: e aí entram asiáticos, negros endinheirados, europeus, latino-americanos direitistas, fascistas em geral. Nos Estados Unidos não é novo o tema do racismo nem o da xenofobia; dizem os Povos Originários do norte do continente americano que os invasores utilizaram esses recursos contra eles, enquanto realizavam o maior genocídio da história e…

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Mariela Castañón: “Sigo acreditando no jornalismo humano”

Mariela recebendo o Prêmio Nacional de Jornalismo 2017 das mãos da jornalista Carolina Vásquez Araya Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade Mariela Castañón é uma jornalista comprometida com a infância e juventude do subúrbio, uma das poucas que na Guatemala sentem e fazem seu o compromisso de denunciar o abuso sistemático que sofrem. Dá voz a essas pessoas invisíveis para os direitos humanos mas perfeitamente visíveis para o abuso. Tive a oportunidade de realizar uma breve entrevista em torno do tema do Hogar Seguro [centro de “acolhimento” para jovens em situação vulnerável, nos arredores da Cidade da Guatemala, onde houve…

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Lenín Moreno e a grande traição a Rafael Correa e à Revolução Cidadã do Equador

Tradução do Revista Diálogos do Sul  A mostra mais recente do que significa a traição a um povo está sendo vivida nestes momentos no Equador, que confiou plenamente em Lenín Moreno (2018-atual) e o escolheu como mandatário graças ao ex-presidente Rafael Correa (2007-2017) que o apoiou e o honrou com o respaldo em um momento crítico para toda América Latina. Mas nem Correa nem os povos latino-americanos nunca podiam imaginar que ele seria o grande traidor dos últimos cem anos no continente e com todo o seu ódio e mesquinhez (porque ele sabe muito bem que jamais chegará a ser nem…

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O recurso do terror: abrir alas aos racistas

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade Nos Estados Unidos, a questão do racismo e da xenofobia não é nova; Dizem os povos indígenas do norte do continente americano, que os invasores usaram contra eles, enquanto realizavam o maior genocídio da história e depois prendê-los em prisões às que deram o nome de reservas. Os milhares de chineses indocumentados que foram usados ​​para construir a ponte de São Francisco poderiam falar sobre a questão do racismo. Os afrodescendentes podiam falar do tempo da escravidão e da invasão do continente africano. Eles podiam falar de prisões, parques, estradas públicas, esportes federados, fábricas…

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Correa e a revolução cidadã

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade A amostra mais recente do que a traição significa para um povo está sendo atualmente vivida no Equador, que confiou plenamente em Lenin Moreno e o escolheu como seu presidente graças a Rafael Correa, que colocou seu peito para ele e o honrou com o apoio. em um momento crítico para toda a América Latina; mas nem Correa nem os povos latino-americanos jamais imaginaram que ele seria o grande traidor dos últimos cem anos no continente e que com todo o seu ódio e mesquinharia (porque ele sabe muito bem que nunca será mesmo…

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Por que é tão necessário construir uma memória histórica latino-americana?

Tradução do Revista Diálogos do Sul  Por que é tão necessário construir uma memória histórica latino-americana? Porque é necessário que o “Nunca Mais” se enraíze na identidade do povo latino-americano, porque é urgente que a impunidade dê passagem à justiça, porque é imprescindível resgatar a memória histórica da omissão dos governos direitistas, porque é urgente que se torne verdade em um povo amnésico.   Porque uma sociedade sem memória é um povo à deriva. Um país que desconhece seu passado e ao qual ensinaram a renegá-lo é um povo manipulado que obedece sem reclamar o mandato dos traidores. Porque não é…

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Quem se importa com migrantes? Mortos em vida, eles migram para morrer mil vezes mais

Tradução do Revista Diálogos do Sul  Os sinais mais visíveis das ditaduras impostas pelos Estados Unidos na América Latina podem ser vistos todos os dias nos milhares de migrantes que são obrigados a sair de seus países de origem para buscar salvar suas vidas e conseguir teto e comida nos Estados Unidos, que é apresentado pelos especialistas como a Meca, como água que mata a sede, como a terra de sonho onde todos os desejos se tornam realidade. Uma América Latina empobrecida pelos governos neoliberais pós-ditaduras, formados por turbas de corruptos e saqueadores. Eles que criaram quadrilhas de narcotráfico e tráfico…

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O suplício de ser haitiano ou descendente de haitianos na República Dominicana

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade   Dois países irmãos, afrodescendentes com uma mistura da imensa quantidade de escravos trazidos pelos reinos da França, Espanha e dos corsários holandeses e anglos por cinco séculos. Dois países que compartilham uma ilha no meio do mar, com o mesmo tecido social e com a diferença mínima da língua: na República Dominicana fala-se o espanhol e no Haiti o crioulo.   Ambos os países empobrecidos, invadidos, agredidos e dominados por máfias que tomaram os governos durante décadas. Oligarquias que reproduzem ódio, racismo e exclusão em sua conveniência. Que escravizam e expulsam.   Não…

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Migrar mortos em vida para morrer mil vezes mais

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade Os traços mais visíveis das ditaduras impostas pelos Estados Unidos na América Latina podem ser vistos todos os dias nos milhares de migrantes que são forçados a deixar seus países de origem para tentar salvar suas vidas e obter abrigo e comida nos Estados Unidos. ; que é apresentado por especialistas em mentiras como a Meca, como a água que mata a sede, como a terra onde todos os sonhos se tornam realidade. Uma América Latina empobrecida pelos governos neoliberais depois de ditaduras compostas de multidões de corruptos e saqueadores; que criaram gangues de…

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Venezuela: a grande lição

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade Apoiando Maduro, o povo venezuelano segue fiel ao sonho libertador do Niño Arañero [como é apelidado Hugo Chávez, NT]. Não adiantaram de nada os milhões de dólares que gastaram os intervencionistas e as oligarquias latino-americanas em propaganda e midiatização, tentando desacreditar a inteligência natural, a dignidade e a Memória Histórica do povo venezuelano que não se deixa enganar com as artimanhas dos conspiradores. Eles, mais que ninguém, sabem que um voto mal dado pode levá-los de volta ao retrocesso, como ocorreu com a maioria dos países latino-americanos nos que o voto foi manipulado: com…

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O que o patriarcado deve a Evita Perón

Tradução do Revista Diálogos do Sul  A história tem sido ultrajada desde a idade da humanidade por seres patriarcais, misóginos, homofóbicos, racistas, classistas, xenofóbicos, e no caso particular da América Latina, seres de mentes colonizadas têm se encarregado de invisibilizar mulheres como Evita, que nunca aceitaram o jugo patriarcal e jamais dormiram sob o ronrom das delícias do poder e que, pelo contrário, foram suas maiores críticas. Evita é a poesia da rebelião dos povos. O patriarcado que carece de ideologia a coloca na história como um ser passional, jamais a viu como um ser intelectual com um raciocínio de poucos e…

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O que o patriarcado deve a Evita

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade  A história que tem sido ultrajada desde o início da humanidade por seres patriarcais, misóginos, homofóbicos, racistas, classistas, xenófobos e, no caso particular da América Latina, seres de mente colonizada se encarregaram de invisibilizar mulheres como Evita, que nunca se ajoelharam ao jugo patriarcal e que nunca dormiram no esbanjamento dos méis do poder, mas pelo contrário: foram suas maiores críticas. Evita é a poesia da rebelião dos povos. O patriarcado que carece de ideologia coloca-a na história como um ser apaixonado, nunca o viu como um ser intelectual com um raciocínio de poucos…

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Busco somente aproximar o leitor dos meus libros

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade  Por Mariela Castañón, diario La Hora    A escritora guatemalteca Ilka Oliva, que atualmente reside em Chicago, anunciou seu novo projeto: uma “editora artesanal”, que consiste na edição e colagem de seus próprios livros, usando recursos básicos, com o único propósito de aproximar os leitores de seus livros.   Ilka, uma mulher empreendedora, também abre espaço para outros autores, aos quais foi negada a publicação de seus textos. Em entrevista ao jornal La Hora Voz del Migrante, ela explica detalhes de seu projeto.   LH Voz del Migrante: O que é a editorial Ilka?…

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Dos campos às cabines de TV: as meninas também jogam (e entendem de) futebol

Tradução do Revista Diálogos do Sul  Cheguei aos “campos do lago”, assim são chamados os campos de futebol que estão em frente à praia da Rua Montrose, e minha grande surpresa foi ver times mistos de meninas e meninos; não pude conter o pranto pela emoção, aquele instante para mim foi catártico. Na minha infância, tinha crescido brigando com moleques, desafiando-os com socos para lutar por meu lugar no campo. Diziam-me que o futebol não era coisa de meninas, que fosse brincar com bonecas e lavar pratos. Eu em resposta os desafiava e dizia que iam ver que eu não estava…

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Uma primavera de milhões de Lulas

Tradução do Eduardo Vasco, Diário Liberdade  Em 1958 foi descoberta, quase por acaso e em sua própria casa, a cronista e poeta da favela, Carolina Maria de Jesus, que se encarregou de retratar seu dia a dia em seu diário: a vida nas favelas do Brasil. Uma realidade crua, de miséria, de abuso, de exclusão, e uma realidade também de sonhos, de lealdade e de amor puro. Muito pouco conhecida na América Latina, Carolina Maria de Jesus traduziu em suas letras a essência dos subúrbios brasileiros, os mesmos que em fervente amor têm saído às ruas para defender um operário…

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