O sorriso de Martina
Tradução do Beatriz Cannabrava, Revista Diálogos do Sul A primeira vez que Arnold bateu nela foi em sua primeira noite dormindo juntos. Martina fugiu com ele porque sua família queria mandá-la viver na casa da sua tia Dominga na capital, para tirar o folgado que a andava rondando, assim chamava o seu pai a Arnold, “o folgado sem ofício”. Sua mãe, que havia crescido arreando vacas e fazendo tortas para toda a família e que quando se casou lhe tocou o mesmo ofício, lhe disse que não pensasse em casar até que se graduasse em algo que ia tirá-la de andar…


