Liliana López Foresi: To be good journalist one must learn. One does not learn to be a good person.

Translated  by Katrina Hassan This article belongs to The Insurgent Women series Liliana López Foresi, is a reference point to commitment in journalism. Her journalism is not one that is bribed, or that destroys, but resists and is has solidarity when everything goes wrong. She is a myth, a legend of journalism that many of the Argentinian oligarchs have tried to fade out through time. If people think about ethical, humane, indispensable, responsible, gender focused journalism in Argentina, the sole representative is Liliana López Foresi. If Liliana López Foresi is so important for the journalistic feminine base and political opinion in…

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Liliana López Foresi: A ser periodista se aprende, a ser buena persona no

Este texto pertenece a la serie Las indómitas Liliana López Foresi, es un referente del periodismo comprometido, no con los que sobornan, ni con los que destruyen, pero con los que resisten   y hermanan cuando las papas queman. Es un mito, una leyenda del periodismo que muchos desde la oligarquía argentina  a través de los años han intentado desvanecer. Quien piense en periodismo humano, indispensable, responsable, con enfoque de género  y  ético en Argentina  sabe que tiene una representante  y es  Liliana López Foresi.  Pero, ¿si Liliana es tan importante para los cimientos del periodismo femenino con opinión política en Argentina, por qué sigue censurada después de…

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L’amnesia di un paese sconfitto

Tradotto da Monica Manicardi Per non andare troppo lontano, ecco il paese sconfitto, che con tutto quello che è successo  durante la dittatura era previsto che  in questa fase al posto del neoliberismo e della dimenticanza, la società avrebbe ricostruito il suo tessuto sociale, incarcerato  quelli che hanno commesso crimini contro l’umanità da parte del  governo e aver costruito le infrastrutture. Ma, è il  contrario. La stessa società carogna si è impegnata a negare il genocidio, a disprezzare  i familiari delle vittime del Conflitto Armato Interno, e a dedicarsi a guardare tramite la pigrizia e l’apatia come smantellare lo Stato e a  far sparire tutte le risorse, quelli…

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The Amnesia of a Defeated Country

Translated  by Marvin Najarro Without going any farther, there is the defeated country, which if we take into account all the things that happened during the dictatorship, at this point in time, instead of neoliberalism and forgetfulness, society should have opted for the rebuilding of its social fabric, imprisoning those who committed crimes against humanity, and the rebuilding of its infrastructure.    But instead, it is an emaciated country. The same vulturelike society has dedicated itself to deny the genocide; to denigrate the relatives of the victims of the Internal Armed Conflict; and to see with apathy how the state is dismantled…

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Na Guatemala, apagou-se do sistema educativo toda evidência dos tempos nefastos da ditadura

Tradução do Beatriz Cannabrava, Revista Diálogos do Sul Para não ir tão longe, aí está o país vencido, que com tudo o que passou em tempos de ditadura era para que a estas alturas, em lugar de neoliberalismo e desmemoria, a sociedade tivesse reconstruído seu tecido social, encarcerado os que cometeram crimes de lesa humanidade a partir do governo e levantado a infraestrutura.  Mas, pelo contrário, está em puro osso. A mesma sociedade carniceira dedicou-se a negar o genocídio, a menosprezar os familiares das vítimas do Conflito Armado Interno, e a se dedicar a ver preguiçosamente e apaticamente como desmantelam…

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Gender Based Violence is a State Policy

Translated  by Resumen Latinoamericano, North America bureau Violence against women and the impoverished and exploited masses is a State policy in societies with neoliberal governments. Before the armed wing, there is the resource of religion, which emotionally manipulates the excluded but doubly violates women because of their gender. In the name of faith, protected by misogynist religions, many men exercise gender violence to the point of feminicide. This is not new, we are not discovering sugar water. But an absent state, infested with corruption, where machismo, misogyny, homophobia and patriarchy are systematically nurtured, is responsible for gender violence and its…

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Guatemala: A Dead Country

Translated  by Resumen Latinoamericano, North America bureau We should have a minimum of shame, since we have no courage. A minimum of indignation that takes us out of the social networks that puts up with everything and take to the streets that are witnesses of the country’s history. The convenience of a social network is beautiful, but that is just make-up, a varnish, verbiage, oratory; it does not bring about root changes and Guatemala is a rotting country.  It is the responsibility of the same mestizo and urban society, incapable of uniting with the native peoples in their enormous dignity and…

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La amnesia de un país vencido

Para no ir tan lejos, ahí está el país vencido, que con todo lo que pasó en tiempos de dictadura era para que a estas alturas en lugar de neoliberalismo y desmemoria, la sociedad hubiera reconstruido su tejido social, encarcelado a los que cometieron crímenes de lesa humanidad desde el gobierno y haber levantado la infraestructura.  Pero, por el contrario, está en los puros huesos. La misma sociedad carroñera se ha dedicado a negar el genocidio, a menospreciar a los familiares de las víctimas del Conflicto Armado Interno, y a dedicarse a ver desde la pereza y la apatía cómo…

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Un paese morto

Tradotto da Monica Manicardi Dovremmo avere un minimo di vergogna, dato che non abbiamo coraggio. Un minimo di indignazione che ci porti fuori dalla reti sociali che tollerano tutto e prendere le strade che sono i testimoni della storia del paese. Galana è un comfort di una rete sociale, ma è solo truccata, una facciata, chiacchiere, discorsi; lì, non si realizzano i cambiamenti  alla radice e Guatemala è un paese marcio. La responsabilità è della stessa società meticcia e urbana, incapace di unirsi ai popoli nativi nella loro enorme dignità e forza di lotta, che hanno il coraggio di presentarsi dove…

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Guatemala: É hora de sair das redes sociais e ocupar as ruas que são testemunhas da história

Tradução do Beatriz Cannabrava, Revista Diálogos do Sul Deveríamos ter um mínimo de vergonha, já que não temos coragem. Um mínimo de indignação que nos tire das redes sociais que aguentam tudo e ocupar as ruas que são testemunhas da história do país. É fácil a comodidade de uma rede social, mas isso é maquiagem, um verniz, palavrório, oratória; aí não se conseguem as mudanças de raiz e a Guatemala é um país podre. Responsabilidade da própria sociedade mestiça e urbana, incapaz de se unir aos povos originários em sua enorme dignidade e força de luta, que têm a coragem…

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Covid veio para mostrar o pior da humanidade e arranhar as bolhas em que vivemos

Tradução do Beatriz Cannabrava, Revista Diálogos do Sul Muitos definiram este 2020 como o ano maldito, por causa do vírus. Mas esse vírus é apenas um dos milhares que existem, não é o único que mata: por exemplo, a insensibilidade mata mais pessoas. Dar as costas e fingir ignorar o que nos confronta: o racismo, o classismo e o esquecimento. Meter-nos em nossas bolhas e fechá-las com sete chaves porque tudo o que aconteça lá fora, o que vivam outros, não nos interessa. Por isso é que vemos tantas crianças morando na rua e morrer aí mesmo e não nos…

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Feminicídio: Principal criminoso é o Estado com políticas que negam direitos às mulheres

Tradução do Beatriz Cannabrava, Revista Diálogos do Sul É política de Estado em sociedade com governos neoliberais a violência contra a mulher e as massas empobrecidas e exploradas. Antes do braço armado está o recurso da religião que manipula emocionalmente os excluídos, mas que violenta duplamente as mulheres por seu gênero. Em nome da fé, amparados por religiões misóginas, muitos homens exercem a violência de gênero a tal grau que chega ao feminicídio. Isso não é novo, não estamos descobrindo a água com açúcar. Mas um estado ausente, infestado de corrupção, onde se propaga o machismo, a misoginia, a homofobia…

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Un país muerto

Un mínimo de vergüenza deberíamos tener, ya que coraje no tenemos. Un mínimo de indignación que nos saque de las redes sociales que aguantan con todo y tomar las calles que son testigos de la historia del país. Galana es la comodidad de una red social, pero eso es solo maquillaje, un barniz, palabrería, oratoria; ahí no se logran los cambios de raíz y Guatemala es un país podrido.  Responsabilidad de  la misma sociedad  mestiza y urbana, incapaz de unirse a los pueblos originarios en su enorme dignidad y fuerza de lucha,  que tienen el arrojo de presentarse donde haya que hacerlo, el día…

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